Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Recompensa funciona melhor que punição, mostra estudo de Harvard

da New Scientist

Quer cooperação? Recompensar acertos pode ser mais eficaz que punir os erros, indica um novo experimento em teoria dos jogos, divulgado na revista "Science" desta sexta-feira (4).

No jogo dos Bens Públicos --um modelo de economia experimental--, jogadores escolhem se querem ou não contribuir com dinheiro para um montante comum. Este é multiplicado e redistribuído igualmente, independentemente de quem contribui e de quem não o faz.

Quando as pessoas jogam uma versão pura do jogo, a tentação de tirar proveito da situação --pegar a recompensa sem contribuir nada-- frequentemente leva à rápida desintegração da cooperação.

Pesquisa anterior mostrou que a cooperação é promovida ao permitir que os jogadores punam os aproveitadores: jogadores cooperativos pagariam uma pequena taxa que os permitisse infligir uma perda ao transgressor. Esta abordagem era mais efetiva que a recompensa, pelo menos em jogos em que os jogadores trocavam de parceiros a cada rodada.

David Rand e seus colegas na Universidade Harvard, que trabalham com assuntos tão diversos como economia, matemática e biologia, modificaram o jogo dos Bens Públicos para refletir o que eles argumentam ser um cenário mais natural: as pessoas jogam com o mesmo grupo por muitas rodadas, estabelecendo reputações uma com a outra.

Os jogadores poderiam escolher recompensar ou punir os outros a uma pequena taxa, caso o fizessem. Rand percebeu que recompensar ou punir conduziam igualmente à cooperação e a ganhos maiores.

No entanto, quando os jogadores tinham a opção de punir ou recompensar, e escolhiam recompensar, eles terminavam com um ganho final líquido ainda maior. "Ajudar o grupo acabava se tornando de interesse individual", diz o pesquisador.

"Você coça as costas do grupo e eu coço as suas", exemplifica.

Almoço grátis

Sam Bowles, professor de ciências comportamentais do Instituto Santa Fé, em Novo México, aponta que o jogo de Rand não reflete de maneira precisa economias reais. Ele indica, por exemplo, que sob as leis de Rand, o doador pagava US$ 4,00 e o beneficiado "magicamente" recebia US$ 12,00. Ele chama isto de um cenário artificial. "Se você pode levar embora o almoço de graça, tem alguma coisa errada", diz Bowles.

Rand explica que tais recompensas desproporcionais frequentemente acontecem quando nós investimos tempo, esforço e dinheiro ajudando as pessoas à nossa volta: ajudar um amigo a mudar os móveis, por exemplo, ou indicar um colega para uma promoção.

Ações como estas podem ter um menor custo para nós do que o benefício que podem proporcionar aos outros. "Este tipo de interação produtiva é a base de nossa sociedade e não deveria ser desconsiderada", argumenta ele.

Fonte: FSP 04/09/09

Pessoas com doença hereditária têm dificuldades no mercado de trabalho

da Folha Online

O Brasil registra cerca de 480 casos de talassemia beta. A doença hereditária age no sangue, provocando palidez, fraqueza e anemia profunda. Para corrigir essa falha, o paciente precisa de transfusões de sangue periodicamente, diz Maria Stella Figueiredo, chefe do setor de anemia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

"O único meio de tratar é com o transplante de medula óssea. A transfusão corrige a manifestação da doença, que é a anemia", explica a médica.

Merula Steagall, presidente da Abrasta (Associação Brasileira de Talassemia) é paciente de talassemia e há 43 anos frequenta bancos de sangue a cada dez dias. "É importante as pessoas saberem que há outras que só estão vivas graças ao ato solidário de quem doa sangue", conta.

Steagall fala também das dificuldades para manter uma vida produtiva no trabalho. "Às vezes, os empregadores não entendem que o portador de talassemia vai precisar faltar duas, três vezes por mês", conta.

Fonte: FSP 04/09/09

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Pesquisa aponta: Professores adoecem no trabalho


DIESAT e SINPRO RS apresentam resultados da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde dos Profissionais do Ensino Privado do Estado do Rio Grande do Sul.
Em coletivas de imprensa realizadas em Porto Alegre, Pelotas, Ijuí e Passo Fundo foram apresentados os dados da pesquisa referentes aos docentes. Nos próximos meses serão divulgados os resultados referentes aos técnicos e auxiliares de ensino.
Esta pesquisa foi encomendada no segundo semestre do ano de 2008 pela FeteeSul - Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Rio Grande do Sul, sendo realizada pelo DIESAT - Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho.
Os pesquisadores, psicólogos e especialistas em saúde coletiva responsáveis pelo trabalho, Wilson Cesar Ribeiro Campos e Alecxandra Mari Ito, em uma das etapas desta pesquisa, percorreram diversas cidades no estado ouvindo docentes, técnicos e auxiliares de ensino.
Neste momento anexamos alguns links da cobertura da imprensa disponível na internet e, futuramente, a publicação dos resultados.

Vídeos:
RBS TV - http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=64860&channel=44

Impressos:
http://www.diariodecanoas.com.br/site/noticias/ensino,canal-8,ed-149,ct-730,cd-197774.htm

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2532326.xml&template=3898.dwt&edition=12443&section=1003

http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=19&noticia=66435

http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/plantao/10,2530452,Pesquisa-mostra-como-esta-a-saude-dos-profissionais-de-ensino-privado-na-regiao-de-Caxias.html


http://www.contee.org.br/noticias/msin/nmsin402.asp
http://www.sinpro-rio.org.br/publicacoes/jornal/jp209/sindical.html